Deusas do Mar

A vida surgiu do mar?? Existem civilizações nos Oceanos??

Perguntas essas que cada um deve se fazer e buscar a sua resposta, pois dela vai surgir possivelmente a sua crença.

O fato é que vivemos num planeta cuja 71% da sua superfície é de água salgada. Seguindo a linha de Adoração, que nos sugere o Livro de Urantia…. Quem seria a divindade mais adorada (ou temida) na história da civilização?? Sim o Mar, as águas salgadas dessas Rainhas Oceanicas! 😉

 

Mitologia Africana

Iemanjá, a rainha do Mar

Obra de Arte de Thays Renk

Iemanjá, é um Orixá africano, cujo nome deriva da expressão Iorubá “Yèyé omo ejá” “Mãe cujos filhos são peixes” comemorada em 02 de fevereiro. No Brasil, rainha das águas e mares.

Orixá muito respeitada e cultuada é tida como mãe de quase todos os Orixás por isso a ela também pertence a fecundidade, por isso é representada com seios e quadril fartos. É protetora dos pescadores e jangadeiros.

Iemanjá é força da natureza que tem papel muito importante em nossas vidas, pois é ela que rege nossos lares, nossas casas. É ela que dá o sentido da família às pessoas que vivem debaixo de um mesmo teto.

Ela é a geradora do sentimento de amor ao seu ente querido, que vai dar sentido e personalidade ao grupo formado por pai, mãe e filhos tornando-os coesos.

A majestade dos mares, senhora dos oceanos, sereia sagrada, Iemanjá é a rainha das águas salgadas, regente absoluta dos lares, protetora da família. Chamada também de Deusa das Pérolas, é aquela que apara a cabeça dos bebês no momento de nascimento.

 

 

Mitologia Nórdica

Ran, a deusa marinha

b8b2e7a1af134d72f4e1aebbb8232ea8De extrema beleza e talento musical, Ran a deusa nórdica do mar, tinha o dom da sedução, da magia e da transmutação. A forma que mais gostava de assumir era a de uma bela sereia.
O mar era chamado 
O Caminho de Ran pois os navegantes sabiam que nas profundezas dele esta Deusa era quem abrigava os que se afogavam. E estes ficavam para sempre sob os seus domínios.
Seus cabelos eram compridas algas marinhas banhadas num perfume sedutor. Era sempre representada coberta de muitas jóias. Com uma de suas mãos segurava o leme do barco e com a outra, recolhia em sua rede os afogados para seu reino escuro e encantado no fundo do mar.

Era comum os marinheiros escandinavos levarem consigo moedas de ouro nas viagens pois dizia a lenda que se os afogados resgatados por ela portassem ouro, a Deusa magicamente os devolvia à vida, mas nos reino submerso. E onde também seriam tratados com regalias. A eles lhes seria permitido assistirem a seus enterros. E se alguém de sua família os vissem, acreditaria que estavam em boas mãos, aos cuidados da Deusa.
Os navios daquela época ostentavam em suas proas a figura de Ran entalhada em madeira como sinal de proteção e reverência à Deusa.

 

Mitologia Grega

Tétisa nereida

MpetisA deusa do mar, a mais jovem das Titânidas, filha de Urano, o Céu, e de Gaia, a Terra. Seu nome em grego significa ama, nutriz, por ser a deusa da água, matéria-prima que, segundo uma crença antiga, entrava na formação de todos os corpos. Segundo lendas, com auxílio do gigante Egeon, libertou Zeus, depois deste ter sido amarrado pelos outros deuses. Personificação da fecundidade do mar, casou-se com o seu irmão Oceano e foi mãe de três mil rios e de três mil ninfas, as chamadas Oceânidas. Dão-lhe ainda como filhos, não somente os rios e as fontes, mas também Proteu, Etra, mãe de Atlas, Persa, mãe de Circeu, etc. Foi avó da nereida Tetis, a filha de Nereu e mãe de Aquiles, e com quem não deve ser confundida. Costuma ser representada em um carro em forma de uma divina concha de uma brancura de marfim nacarado. Quando percorre o seu império, esse carro, é puxado por cavalos-marinhos brancos flutuando sobre a superfície das águas e é acompanhada pelos Tritões que tocam trombeta com as suas conchas recurvas, e pelas Oceânidas coroadas de flores. Sua cabeleira esvoaça pelas espáduas, ao capricho dos ventos e, ao seu redor dela, delfins saltitam no mar. 

 

 

 

 

Pra quem ficou curioso, sobre a menção ao Livro de Urantia., aqui segue um trecho.

Em uma época ou em outra, o homem mortal adorou tudo sobre a face da Terra, incluindo a si próprio. E adorou também tudo o que fosse imaginável, no céu e sob a superfície da Terra. O homem primitivo temia todas as manifestações de poder; e adorou a todos os fenômenos naturais que não podia compreender. As forças naturais poderosas, tais como as tempestades, enchentes, terremotos, deslizamentos de terra, vulcões, fogo, calor e frio, como observadas pelo homem, impressionaram em muito a sua mente em expansão. As coisas inexplicáveis da vida ainda são chamadas de “atos de Deus” e de “dispensações misteriosas da Providência”.

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Categories: Orixás | Deixe um comentário

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