Guerreiros e suas mitologias

A história é feita de guerras, e se tem guerras tem quem nos defenda! 😉

 Ares – Mitologia Grega

aresyhDeus grego das guerras, conhecido também em Roma como Marte, filho de Zeus e Hera, de quem herdou o mal gênio da mãe e a força do pai. Pertence a geração dos grandes doze deuses do Olimpo. Ares era guerreiro, gostava muito de guerras, batalhas e brigas, era muito violento, sanguinário, pelo contrário de muitos ele só encontrava sua paz, em suas lutas e batalhas. Era ele quem governava a cidade de Esparta. Em suas lutas sua chegada era anunciada com gritos que causavam pânico nas pessoas.

Ares tinha como amante a deusa do amor, a Afrodite. Com ela teve dois filhos, o Deimos e o Fobos, que acompanhavam o pai nas batalhas. Também teve com ela o filho Eros que tinha o mesmo poder da mãe, o deus do amor, roubava corações com suas flechas, e até Afrodite foi uma delas, também teve a Harmonia e Anteros. Porém, Hefesto como marido de Afrodite descobriu sua traição, e soube que eles iam se encontrar em seu palácio e preparou uma armadilha para os dois. Na cama ele colocou uma rede invisível e os prendeu, o Sol que estava espiando, ajudando Hefesto viu que a armadilha tinha funcionado e avisou a todos os Deuses, para que todos pudessem ver e presenciar a traição.

Afrodite e Ares então foram presos e depois de um longo tempo quando foram soltos, se separaram. Sempre foi um grande protetor de seus filhos e mesmo sendo um deus de fama ruim, era o único deus que agia desta forma com proteção. Como deus Romano Ares também teve filhos com Réia que eram os gêmeos Remo e Rômulo.

Embora Ares gostasse muitas das guerras e batalhas, não era invencível, perdeu muitas vezes. Tem como sua principal rival a deusa Atena que era a deusa das guerras estratégicas, ao contrário de Ares que gostava mesmo de sangue. Atena o derrotou muitas vezes. Ares em suas guerras usava capacete, lança, escudo e uma couraça, também usava uma carroça puxada por quatro cavalos que soltavam fogos pelas narinas.

 

Ogum – Mitologia Africanista

9568764105a85362544f0a06227ccd6cOgum é um poderoso Orixá, dono do ferro e do fogo. Ele é um guerreiro,um lutador que defende a lei e a ordem. Este Orixá abre os caminhos e vence as lutas, agindo pelo instinto para defender e proteger os mais fracos. Todas as lutas, as conquistas, as vitórias são presididas por Ogum.

Ele é a lei divina em ação, que pune e premia, mas não gosta de ser invocado em vão. É fácil invocar Ogum, mas controlar as suas ações é impossível.

Foi Ogum quem ensinou aos homens o trabalho com ferro e aço. Seus instrumentos, além da espada são: alavanca, machado, pá, enxada, faca, etc. Com os quais ajudou os homens a dominar à natureza e a transformá-la.
Como está sempre ligado ao poder e a força, este Orixá não gosta de Ter suas ordens desobedecidas. Quando não é atendido fica irado e perde a razão e castiga àqueles que o desobedeceram, arrependendo-se depois.
A cor de Ogum é o vermelho na Umbanda e Azul no Candomblé, mas pode ser associado ao verde. Sua bebida é a cerveja branca, seu dia da semana é a terça-feira.
Este Orixá foi casado com Iansã, a Orixá dos ventos, que fugiu com Xangô. Também foi casado com Oxum, a Orixá da água doce, que abandonou Ogum para se casar com Oxossi, o Orixá das matas.
Ogum também é considerado o Senhor dos caminhos. Ele protege as pessoas em locais perigosos, dominando a rua com o auxílio de Exu, o rei das encruzilhadas e dos cemitérios.

O dia da semana consagrado a Ogum é a terça-feira, que coincide com o dia dedicado pelos romanos a Marte, o deus da guerra. Sempre ligado à força e ao poder, ele é o dirigente que não quer ter suas ordens desobedecidas. Ogum pode ser associado ao arcano IV do Taro: o Imperador; como esse arcano ele encarna a vontade firme aliada a força de execução, as energias fluindo para uma realização material. Ele protege seus domínios de forma consciente, seguro do poder que representa, Ogum contém elementos fortes e consistentes que o mantém como uma figura viva e atuante na esfera psíquica do homem.

 

Huitzilopochtli – Mitologia Asteca

huitzilopochtli_by_EL_WALROKHuitzilopochtli cujo nome significa “beija-flor azul à esquerda”, era o deus asteca do sol e da guerra. A xiuhcoatl (serpente turquesa ou de fogo) era sua arma mística.

Era o principal deus cultuado na capital do impérioTenochtitlán. Comumente representado com seus membros pintados de azul com penas de beija-flor em sua perna esquerda além de uma lança cerimonial. A guerra e a morte estão bem entrelaçadas em suas manifestações rituais. Os beija-flores, na cultura asteca e a ele associado em seu nome, eram considerados como sendo a alma de guerreiros perecidos que acompanhavam o Sol (Huitzilopochtli) em sua ronda diária pelo céu. O mito não deixa totalmente esclarecido se Huitzilopochtli foi um herói factualmente existente e posteriormente transformado em uma divindade ou se foi concebido como tal no panteão asteca, acredita-se que ele tenha iniciado a migração realizada pelos ancestrais do que depois seriam chamados de astecas em direção ao Lago Texcoco no século XII e as lendas em torno de nascimento apenas reforçam o que seria na verdade a transformação de um homem em divindade. Durante a migração rumo ao Lago Texcoco onde o império asteca de fato se estabeleceria uma figura de Huitzilopochtli foi conduzida por quatro sumo-sacerdotes onde segundo o mito teria feito promessas de vitórias em batalhas e conquistas sobre outros povos, consolidando seu caráter guerreiro.

 

 

São Jorge – Mitologia Cristã

tumblr_ntzrcbGb1y1t2yrzno1_1280Muito se sabe da historia de São Jorge, e por isso vou fazer um resumo, focando nas simbologias da sua imagem. São Jorge era filho de família rica, estudou muito e foi criado com esmero. Ainda jovem, entrou para o exercito, pois tinha vocação para a liderança e gostava das batalhas. Nasceu na Capadócia, Turquia, no ano de 275, na era do Imperador Diocleciano. Este, perseguiu os Cristãos, mandando matar todos os que eram descobertos. A mãe de São Jorge era nascida na Palestina e educou o filho nas virtudes do Cristianismo. Quando ela e o marido morreram, Jorge foi morar em Nicomédia. Lá, foi nomeado Tribuno Militar do Imperador romano. Porém, a semente cristã lançada pela mãe, brotou no coração de Jorge. E, mesmo sendo do mais alto escalão do exército romano, ele se converteu, dividiu sua fortuna com os cristãos e passou a discutir com os generais e o Imperador, querendo acabar com a perseguição contra a fé em Cristo.Por ordem do imperador, porém, foi preso, torturado e forçado a voltar para a religião romana. Não obedecendo ao imperador, São Jorge foi morto em 23 de abril de 303, por decapitação. Sua imagem trás símbolos e significados profundos.

 imagem de São Jorge

A imagem de São Jorge conta sua história de vitória contra o mal. É a história de uma vida contada através de uma imagem forte e rica de significados. Que São Jorge interceda por nós em todas as lutas da vida, especialmente nas batalhas contra o mal.

A espada e a lança de São Jorge

A espada e a lança de São Jorge, com a qual ele fere mortalmente o dragão, representam a Palavra de Deus, conforme o escrito de São Paulo: “A Palavra de Deus é viva, eficaz, mais penetrante do que uma espada de dois gumes e atinge até a divisão da alma e do corpo, das juntas e medulas, e discerne os pensamentos e intenções do coração”. (Hebreus 4,12) é com o poder da Palavra de Deus que São Jorge vence o mal.

A capa vermelha de São Jorge

A capa vermelha de São Jorge representa seu martírio. Ele foi decapitado, ou seja, teve a cabeça cortada por não ter renegado sua fé em Jesus Cristo.

O cavalo branco de São Jorge

O cavalo branco de São Jorge simboliza a pureza e a santidade, armas indispensáveis na luta contra o mal. Além disso, a cor branca, usada na Páscoa, nos lembra a vitória sobre a morte e a ressurreição de Jesus. A grande luta de São Jorge foi contra o império romano que queria acabar com os cristãos. Por isso ele foi elevado aos altares da Igreja.

O dragão na imagem de São Jorge

O dragão na imagem de São Jorge representa o demônio, o mal que quer nos destruir e toda perseguição do império romano contra os cristãos. Uma outra versão conta que este temido dragão apavorava uma cidade da Libia de nome Salone. Os moradores passaram a oferecer vitimas para o dragão

 

 

 

fontes

http://www.infoescola.com

https://www.wdl.org

http://www.cruzterrasanta.com.br/

 

 

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